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A mulher ruiva

Capa do livro A mulher ruiva

Sinopse

Um jovem em busca de uma figura paterna encontra em um cavador de poços um afeto imprevisto. Contudo, o desejo e o medo do desconhecido fazem com que o protagonista Cem Çelik tome uma atitude completamente inesperada que mudará para sempre o rumo de sua vida. Com rara habilidade narrativa, Orhan Pamuk constrói mais um romance memorável sobre as relações humanas e o poder que pequenas decisões exercem em nossa trajetória.

Título original: Kırmızı Saçlı Kadın / The Red-Haired Woman

Capa e Projeto gráfico: Tereza Bettinardi

Tradução do inglês: Luciano Vieira Machado

Sobre o autor

A Academia Sueca justificou o Nobel de Literatura de 2006 sublinhando que o prêmio daquele ano seria concedido a um autor que, “na busca pela alma melancólica de sua cidade natal, descobriu novos símbolos para o confronto e o entrelaçamento de culturas”. É desse choque de sentidos que Orhan Pamuk extraiu a matéria-prima para compor sua obra, tornando-se o primeiro turco a ser celebrado com um Nobel. Filho de uma família burguesa que experimentava os primeiros sinais de declínio, o escritor nasceu em Istambul, Turquia, em 7 de junho de 1952. O pai, o tio e o avô paterno, que deu início à fortuna da família, eram engenheiros. Pamuk, depois de se formar no Robert College, começou a estudar Arquitetura na Universidade Técnica de Istambul. Três anos depois, no entanto, abandonou o curso para se tornar escritor em tempo integral e, em 1976, graduou-se em Jornalismo na Universidade de Istambul.

Sobre o Curador

Brasileiro de ascendência libanesa, Milton Hatoum nasceu e cresceu na capital amazonense. Dos tempos de infância, recorda os encontros com diferentes culturas, histórias e costumes vividos na casa da família, algo que mais tarde perceberia essencial em sua formação como escritor. Lembranças como essa aparecem em Escrever à margem da história, texto que escreveu em 1993 para o Seminário de Escritores Brasileiros e Alemães do Instituto Goethe de São Paulo. No mesmo texto, discorre sobre a tradição oral: diferentes narradores contando histórias, invocando saberes de longe, revelando o poder da língua. Hatoum conta que a mãe o incentivava a falar português, “porque a língua é a pátria”. Em sua obra, entrelaçados com a memória, esses são elementos que andam juntos.

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